Por Redação Concurso.app · Publicado em

Concurso para juiz do TRT-GO: novo certame entra no orçamento de 2026, mas edital segue indefinido
Seleção para Juiz do Trabalho Substituto está prevista na Lei Orçamentária Anual de 2026; tribunal ainda não confirmou vagas, banca organizadora nem cronograma
O Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (TRT-GO), que responde pela Justiça do Trabalho em Goiás, tem previsão orçamentária para realizar um novo concurso público voltado ao cargo de Juiz do Trabalho Substituto. A seleção aparece na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026, o que mantém viva a possibilidade de abertura de vagas na magistratura trabalhista do estado.
A remuneração inicial prevista para a carreira é de R$ 32.004,65. Apesar da previsão no orçamento, o tribunal ainda não publicou edital, não confirmou o número de vagas que poderão ser oferecidas e também não definiu a banca organizadora. Por isso, qualquer informação sobre datas, inscrições ou conteúdo programático depende da publicação do documento oficial.
O que já se sabe sobre o novo concurso do TRT-GO
A previsão orçamentária menciona 300 vagas, mas esse total não significa que todas serão destinadas ao TRT de Goiás. A distribuição depende de definições administrativas, e ainda não há confirmação sobre quantas oportunidades serão imediatas ou se haverá formação de cadastro de reserva para o tribunal goiano.
Até o momento, não foram divulgados cronograma, período de inscrições, taxa de participação nem conteúdo programático. Também não há banca organizadora definida. Esses dados deverão constar no edital de abertura, quando a administração confirmar a realização do certame e estabelecer as regras de participação.
A previsão na LOA representa uma indicação de planejamento orçamentário, mas não equivale à publicação do edital nem confirma, isoladamente, a abertura de vagas para o tribunal.
— Informações do TRT-18
Requisitos para concorrer ao cargo de juiz substituto
Para disputar uma vaga de Juiz do Trabalho Substituto, o candidato precisa atender a uma série de exigências legais e comprovar experiência jurídica. Confira os principais requisitos:
- Ser brasileiro nato ou naturalizado, ou ter nacionalidade portuguesa amparada pelo Decreto nº 70.391/1972;
- Possuir diploma de bacharelado em Direito emitido por instituição reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC);
- Comprovar no mínimo três anos de atividade jurídica após a conclusão da graduação;
- Ter aprovação no Exame Nacional da Magistratura (ENAM);
- Estar em dia com as obrigações eleitorais e militares, quando aplicável;
- Exercer plenamente os direitos civis e políticos;
- Apresentar idoneidade moral e não possuir antecedentes criminais;
- Demonstrar equilíbrio psicoemocional, sanidade física e mental e bons antecedentes morais e sociais.
Essas condições são verificadas por meio de exames de saúde, avaliação psicotécnica e investigação social, conforme as regras do concurso.
Como foi o último concurso nacional da magistratura trabalhista
O último Concurso Público Nacional Unificado para ingresso na carreira da Magistratura do Trabalho teve edital publicado em 2023, sob organização da Fundação Getulio Vargas (FGV). A seleção ofereceu 300 vagas em âmbito nacional, além de cadastro de reserva. Para o TRT da 18ª Região, a previsão inicial era de formação de cadastro de reserva.
Naquela edição, a taxa de inscrição foi de R$ 320 e o subsídio inicial estabelecido para o cargo era de R$ 32.004,65. O resultado final foi homologado em 28 de junho de 2024.
Etapas da seleção anterior
O processo seletivo foi dividido em cinco etapas, todas com critérios próprios de avaliação:
- Prova objetiva seletiva, de caráter eliminatório e classificatório;
- Provas escritas discursiva e prática, voltada à elaboração de sentença trabalhista;
- Inscrição definitiva, sindicância da vida pregressa, investigação social, exames de sanidade física e mental e avaliação psicotécnica;
- Prova oral, também eliminatória e classificatória;
- Avaliação de títulos, de caráter classificatório.
Formato da prova objetiva
Na última edição, a prova objetiva foi composta por 100 questões de múltipla escolha, cada uma com cinco alternativas e apenas uma resposta correta. O conteúdo foi distribuído em três blocos, com 40, 30 e 30 questões, respectivamente.
O formato exigiu preparação abrangente nas disciplinas jurídicas relacionadas à magistratura trabalhista. As etapas seguintes também demandaram conhecimento aprofundado, especialmente na elaboração de decisões e sentenças, além da capacidade de argumentação durante a avaliação oral.
O que fazer enquanto o edital não sai
Como a previsão na LOA é apenas uma sinalização de planejamento orçamentário, os candidatos interessados devem acompanhar os comunicados oficiais do TRT-18 e as atualizações sobre a organização do concurso nacional da magistratura trabalhista. A confirmação da abertura de vagas, a definição da banca e a publicação do edital são os próximos passos esperados.
Enquanto isso, quem pretende concorrer pode adiantar a preparação com base nas exigências já conhecidas, como o bacharelado em Direito, os três anos de atividade jurídica e a aprovação no ENAM, além de revisar o formato das etapas aplicadas na edição anterior.
Perguntas frequentes
O concurso para juiz do TRT-GO está confirmado para 2026?
A seleção está prevista na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026, mas o tribunal ainda não publicou edital nem confirmou oficialmente a abertura de vagas. A previsão orçamentária é uma indicação de planejamento e não equivale à confirmação do certame.
Quantas vagas serão oferecidas no concurso do TRT-GO?
Ainda não há confirmação. A previsão orçamentária menciona 300 vagas, mas esse quantitativo não significa que todas serão destinadas ao TRT de Goiás. A distribuição depende de definições administrativas, e não há confirmação sobre vagas imediatas ou cadastro de reserva.
Qual é a remuneração inicial do cargo de Juiz do Trabalho Substituto?
A remuneração inicial prevista para o cargo é de R$ 32.004,65.
Quais são os requisitos para concorrer ao cargo?
É necessário ter bacharelado em Direito, comprovar pelo menos três anos de atividade jurídica após a conclusão da graduação e apresentar aprovação no Exame Nacional da Magistratura (ENAM). Também são exigidos requisitos como idoneidade moral, quitação com obrigações eleitorais e militares, pleno exercício dos direitos civis e políticos e condições de sanidade física e mental.
Já existe banca organizadora definida?
Não. Até o momento, o tribunal não definiu a banca organizadora, nem divulgou cronograma, período de inscrições, taxa de participação ou conteúdo programático. Essas informações deverão constar no edital de abertura.
Fonte
Fonte: ohoje.com