Texto para os itens de 1 a 14. 1 No Brasil, os setores industriais de bens de capital,agroindústria e automotivo são os que mais apostam nadominância de tecnologias 4.0 para a competitividade4 dos negócios até 2027. Para chegarem a esse cenário,inovação e tecnologia devem ser prioritárias paragovernos e empresas. É o que mostra pesquisa inédita do7 Projeto Indústria 2027, iniciativa da ConfederaçãoNacional da Indústria e do Instituto Euvaldo Lodi, emparceria com os institutos de economia das universidades10 federal do Rio de Janeiro e estadual de Campinas. Segundo o documento, se as expectativas serealizarem, as transformações na indústria se darão,13 principalmente, na produtividade e na competitividadedo produto brasileiro. “As empresas serão mais eficientese produtivas e capazes de prover bens e serviços16 atualizados e adequados às demandas dos consumidores;as cadeias de valor terão intensidade tecnológicaavançada; as empresas estarão disputando mercados em19 ambiente competitivo onde seus concorrentes tambémpossuem nível tecnológico elevado”, indica o estudo. A partir das respostas e da análise da influência22 das inovações tecnológicas sobre setores industriaisbrasileiros, o Projeto Indústria 2027 apontou cinco eixospara induzir o País a avançar em direção à digitalização.25 São eles: priorização do tema no mais alto nível degoverno; investimento na capacitação de pessoas eempresas; modernização do Estado, além de regulações28 e mecanismos de fomento pró-inovação; definição deestratégias diferenciadas e implementação de programase instrumentos coordenados. 31 Entre os destaques em recursos humanos, está oinvestimento na capacitação de pessoas e de empresas,que inclui inserir o ensino de tecnologias digitais em34 todos os níveis de educação e reforçar redes deincubadoras e aceleradoras. Outra recomendação dizrespeito à necessidade de modernizar e digitalizar o37 Estado para reduzir custos, ampliar a transparência emelhorar os serviços do governo. Fundamental para o progresso tecnológico, a40 disponibilização de recursos é apontada como estratégicapelos especialistas, que recomendam a descompressãode recursos federais para ciência, inovação e tecnologia,43 bem como o aprimoramento de instrumentos existentes,como a Lei do Bem, que poderia permitir a contrataçãode pesquisa e desenvolvimento externos às empresas,46 além de incentivos a investimentos em startups. O Brasil tem condições de aproveitar muitasoportunidades, mas precisa colocar esse tema no topo49 das suas prioridades, sabendo que são apostas de médioe longo prazo. “Uma sólida parceria entre Estado e setorprivado, além da legitimação pela sociedade, são52 aspectos essenciais para que possamos nos desenvolvernesse sentido”, afirma Luciano Coutinho,coordenador-geral do Projeto Indústria 2027Internet: <portaldaindustria.com.br> (com adaptações).Acerca da ortografia oficial, da correção gramatical e da coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue os itens de 9 a 11. “para” (linha 37) por afim de