Uma Secretaria de Fazenda estadual implantou um programa de auditoria preventiva em que cada contribuinte é classificado, ao final de cada trimestre, em uma de três categorias de risco fiscal: baixo, médio ou alto. Estudos internos mostraram que a probabilidade de um contribuinte permanecer na mesma categoria de um trimestre para o seguinte é 0,6, e, quando muda, a transição entre quaisquer duas categorias distintas ocorre com a mesma probabilidade. Sabe-se ainda que, no primeiro trimestre de operação do programa, as proporções de contribuintes nas categorias baixo, médio e alto eram, respectivamente, 0,5, 0,3 e 0,2.
Após um número suficientemente grande de trimestres, o processo atinge uma distribuição estacionária. Nessas condições, a proporção de contribuintes classificados na categoria de risco alto, no longo prazo, será igual a
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