Uma equipe de auditoria fiscal de um ente estadual desenvolveu um modelo de aprendizado supervisionado para priorizar contribuintes com maior probabilidade de sonegação. O conjunto de dados possui 10.000 contribuintes, dos quais apenas 2% são efetivamente sonegadores (classe positiva). O modelo foi avaliado em um conjunto de teste com 2.000 contribuintes, sendo 40 positivos e 1.960 negativos. A matriz de confusão obtida foi: verdadeiros positivos = 24; falsos negativos = 16; falsos positivos = 196; verdadeiros negativos = 1.764. O auditor-chefe, ao analisar os resultados, afirmou que o modelo tem bom desempenho porque a acurácia é de 89,4%. Um analista de dados rebateu, argumentando que a acurácia é enganosa em bases desbalanceadas e propôs avaliar o modelo por métricas mais adequadas, como precisão, recall, F1 e AUC-ROC. Considerando exclusivamente os valores da matriz de confusão apresentada e as definições formais dessas métricas, assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, os valores corretos de precisão, recall e F1-score do modelo, bem como a justificativa técnica para a inadequação da acurácia nesse contexto.
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