O litoral de Santa Catarina apresenta uma compartimentação geomorfológica complexa, resultante da interação entre oscilações do nível do mar no Quaternário, aporte sedimentar de bacias hidrográficas e dinâmica costeira. Considere o fragmento a seguir, extraído de um relatório técnico sobre a zona costeira catarinense:
“Entre a foz do rio Itajaí-Açu e a enseada de Tijucas, predominam planícies de cordões litorâneos holocênicos, com lagunas formadas pelo barramento de drenagens por setores de restinga. Já no trecho entre Garopaba e a foz do rio Araranguá, a morfologia é marcada por sucessivas gerações de barreiras arenosas pleistocênicas e holocênicas, associadas a um sistema de lagunas costeiras alongadas paralelamente à linha de costa, cuja gênese está vinculada à deriva litorânea de sedimentos e à progradação de deltas intralagunares.”
Com base na dinâmica geomorfológica descrita e nos condicionantes climáticos e oceanográficos do litoral catarinense, a alternativa que explica corretamente a diferença entre os dois setores costeiros e suas implicações para a vulnerabilidade à erosão marinha é:
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