Durante auditoria interna na Secretaria de Fazenda de um ente federado, apurou-se que um servidor ocupante de cargo de chefia, ao tomar conhecimento de que uma subordinada havia relatado conduta inadequada de um colega em canal de denúncias, passou a atribuir-lhe tarefas incompatíveis com o cargo, a excluí-la de reuniões técnicas e a proferir comentários reiterados sobre sua vida pessoal diante da equipe. Instaurado processo administrativo disciplinar, a defesa alegou que tais condutas decorriam do poder hierárquico e da necessidade de manter a disciplina no setor, não havendo qualquer ato de assédio, pois não houve contato físico nem pedido de favorecimento sexual.
Considerando o disposto no Decreto n. 1.171/94 (Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal), a doutrina sobre integridade e prevenção ao assédio e a jurisprudência administrativa consolidada, assinale a alternativa que melhor analisa a situação descrita.
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