Considere a seguinte situação hipotética, à luz das normas constitucionais e infraconstitucionais aplicáveis aos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) e da jurisprudência consolidada do Supremo Tribunal Federal:
Joana, servidora pública estadual aposentada, faleceu em 10/01/2024. Deixou dois dependentes: seu cônjuge, Carlos, com 45 anos de idade, casado com Joana desde 2005, e sua filha, Mariana, com 22 anos de idade, estudante universitária, que não possui deficiência e não é inválida. Joana havia se aposentado em 2018, tendo cumprido todos os requisitos para aposentadoria voluntária. O regime próprio ao qual Joana era vinculada exige, para a concessão de pensão por morte ao cônjuge, o cumprimento de carência de 2 anos de casamento ou união estável, conforme lei estadual editada antes da Emenda Constitucional nº 103/2019. Carlos e Mariana requereram a pensão por morte ao RPPS. Sobre a concessão do benefício, assinale a alternativa correta.
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