O Comitê de Auditoria de uma secretaria estadual de fazenda aprovou, em 2024, a Política de Gestão de Riscos Corporativos (GRC) do órgão. No primeiro ciclo de avaliação, a equipe responsável identificou que a Secretaria de Tecnologia da Informação (STI) mantinha um risco de indisponibilidade do sistema de arrecadação classificado como "alto", com controles internos considerados "parcialmente eficazes". Simultaneamente, a área de Recursos Humanos apontou um risco de descontinuidade de serviços por aposentadoria de servidores-chave, classificado como "médio", mas com controles "ineficazes". O Comitê determinou que a alocação de recursos para tratamento fosse priorizada segundo a lógica de exposição residual, e não pela classificação bruta dos riscos.
Considerando os conceitos de gestão de riscos, governança corporativa e avaliação por resultados, a decisão do Comitê está
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