Leia o fragmento a seguir, extraído de um relatório técnico elaborado para o governo catarinense nos anos 1950:
“A expansão da fronteira agrícola no oeste do Estado não se deu de forma homogênea. Enquanto as áreas coloniais antigas, organizadas em pequenas propriedades, apresentavam relativa estabilidade, as zonas de ocupação recente assistiram a um processo de concentração fundiária que, paradoxalmente, foi impulsionado pela própria política de colonização oficial. A ausência de títulos definitivos e a sobreposição de concessões geraram conflitos que se arrastaram por décadas, envolvendo posseiros, companhias colonizadoras e o poder público.”
Com base no fragmento e nos conhecimentos sobre a formação histórica de Santa Catarina, é correto afirmar que a dinâmica de ocupação do oeste catarinense, entre o final do século XIX e meados do século XX, caracterizou-se
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