O Tribunal de Contas da União, ao auditar a Secretaria de Fazenda do Estado Alfa, identificou que o programa de integridade da autarquia fazendária previa, em seu plano de gestão de riscos, apenas controles voltados à corrupção em licitações, sem qualquer referência a riscos de fraude interna, conflitos de interesse ou assédio moral e sexual. O relatório de auditoria destacou, ainda, que a alta administração aprovou o plano sem matriz de riscos, sem definição de apetite a risco e sem indicadores de efetividade, limitando-se a reproduzir boas práticas de um guia internacional. Diante desse cenário, e considerando a legislação aplicável e a literatura especializada em integridade pública, a conclusão tecnicamente correta é que:
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