Durante auditoria interna na Secretaria de Fazenda de um ente federativo, apurou-se que um servidor ocupante de cargo de chefia, ao tomar conhecimento de que uma subordinada havia relatado conduta de assédio moral praticada por outro servidor, deixou de adotar qualquer providência, limitando-se a recomendar à vítima que 'relevasse o episódio para evitar constrangimentos à equipe'. Paralelamente, verificou-se que o mesmo chefe utilizou-se de informações sigilosas obtidas em razão do cargo para favorecer empresa de familiar em licitação, e que, ao ser questionado, afirmou que 'tais fatos não diziam respeito à ética funcional, mas apenas à sua vida privada'.
Considerando o disposto no Decreto n. 1.171/94 (Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal), a Lei n. 8.112/90 e a Lei n. 14.133/21, bem como a jurisprudência consolidada sobre integridade e prevenção ao assédio na Administração Pública, assinale a alternativa que melhor analisa a situação descrita.
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