A Secretaria da Fazenda Nacional (SEFAZ) implantou um sistema de detecção de anomalias para identificar declarações de imposto de renda com indícios de fraude. O sistema utiliza um modelo de aprendizado de máquina não supervisionado baseado em Isolation Forest, treinado com um grande volume de declarações históricas. Durante a auditoria, a equipe de ciência de dados observou que o modelo sinalizava como anômalas muitas declarações de contribuintes com rendimentos muito altos, mesmo quando não havia irregularidades. Para corrigir esse viés, a equipe decidiu ajustar o parâmetro de contaminação do modelo e aplicar uma técnica de reamostragem para balancear as classes. No entanto, o coordenador alertou que essa abordagem poderia comprometer a capacidade de detectar fraudes reais, pois a base de dados é altamente desbalanceada e as fraudes são raras. Diante desse cenário, qual é a análise correta sobre a situação e a melhor prática a ser adotada?
Selecione uma alternativa pra criar sua conta e salvar o progresso.