Considere o seguinte cenário hipotético, elaborado para testar seus conhecimentos sobre a organização político-administrativa do Estado brasileiro:
O Estado Alfa, insatisfeito com a repartição de competências estabelecida pela Constituição Federal, decide criar, por meio de sua Assembleia Legislativa, uma nova competência legislativa para si, supostamente não prevista no texto constitucional, sob o argumento de que se trata de matéria de interesse predominantemente local. Paralelamente, o Município Beta, localizado no Estado Alfa, edita lei municipal dispondo sobre normas gerais de licitação e contratos administrativos, aplicáveis a todos os entes federativos, alegando que a União tem sido omissa na atualização da legislação federal sobre o tema. O Distrito Federal, por sua vez, edita lei distrital tratando de direito civil, matéria de competência privativa da União, justificando que a Constituição lhe conferiu a competência legislativa reservada aos Estados e Municípios, o que incluiria a possibilidade de legislar sobre qualquer assunto, desde que haja interesse local. Por fim, a União celebra tratado internacional sobre matéria de competência privativa dos Estados, sem a prévia autorização dos Estados afetados, e o incorpora ao ordenamento jurídico interno por meio de decreto legislativo.
Com base na Constituição Federal e na jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, assinale a alternativa que analisa corretamente as situações descritas.
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