Uma empresa do setor de tecnologia, atuante em um mercado de rápida transformação, decide revisar seu processo de planejamento estratégico. Durante os debates, a diretoria se divide entre duas abordagens: a primeira, defendida pelo CFO, enfatiza a necessidade de um plano formal, com metas quantitativas detalhadas e controle rígido de desvios, argumentando que a previsibilidade é essencial para a captação de recursos. A segunda, liderada pelo CEO, sustenta que a estratégia deve emergir das ações cotidianas e da adaptação às circunstâncias, pois a formalização excessiva engessa a inovação. Um consultor externo é chamado para mediar a discussão e esclarece que, na literatura de administração estratégica, essas duas visões não são mutuamente excludentes, mas representam dimensões complementares do mesmo processo.
Considerando as contribuições teóricas sobre o tema, a posição do consultor está alinhada com a perspectiva de que:
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