O Tribunal de Contas de um Estado da Federação, ao apreciar a prestação de contas anual de uma sociedade de economia mista estadual exploradora de atividade econômica em regime de concorrência, emitiu parecer prévio recomendando a rejeição das contas em razão de irregularidades em contratações diretas realizadas sem a devida motivação. O acionista controlador, inconformado, impetrou mandado de segurança sustentando que o Tribunal de Contas não teria competência para fiscalizar entidades privadas, ainda que integrantes da Administração Indireta, e que o parecer prévio somente se aplicaria às contas do Chefe do Poder Executivo. Paralelamente, a Comissão de Fiscalização e Controle da Assembleia Legislativa requereu cópia do relatório técnico que embasou o parecer, bem como a convocação do diretor-presidente da estatal para prestar esclarecimentos. Diante desse cenário, e considerando a jurisprudência consolidada do Supremo Tribunal Federal e a disciplina constitucional do controle externo, assinale a alternativa correta.
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