O setor de suprimentos de um tribunal regional do trabalho, ao revisar sua política de gestão de estoques, decidiu adotar a classificação ABC com base no valor de consumo anual dos itens. Durante a análise, o analista responsável observou que um determinado item, apesar de apresentar baixa demanda anual em unidades, possui um custo unitário elevadíssimo, o que o posiciona na classe A. Paralelamente, um item de consumo massivo, com milhares de unidades requisitadas por ano, mas de valor unitário irrisório, foi classificado na classe C. O gestor, então, questionou a lógica da classificação, argumentando que o item de classe C, por ser muito requisitado, deveria receber prioridade no controle, pois sua falta poderia paralisar atividades administrativas. Diante desse cenário, e considerando os fundamentos técnicos da administração de recursos materiais e da classificação ABC, a resposta que melhor esclarece a situação e orienta a decisão do gestor é:
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