Um engenheiro civil foi contratado para analisar a estabilidade de uma treliça isostática plana, submetida a cargas concentradas nos nós, conforme ilustrado na figura abaixo. A treliça é composta por barras de aço com seção transversal constante e apoios de segundo e primeiro gênero nos nós A e B, respectivamente. Durante a análise, o engenheiro observou que, para uma determinada combinação de cargas, uma das barras poderia estar sujeita a esforço nulo, dependendo da configuração geométrica e do carregamento.
Figura: Treliça isostática com 7 nós e 11 barras. Os apoios estão nos nós A (apoio de segundo gênero) e B (apoio de primeiro gênero). As cargas externas são: 10 kN vertical para baixo no nó C, 20 kN vertical para baixo no nó D e 15 kN horizontal para a direita no nó E. A geometria da treliça é tal que os nós A, B, C, D, E, F e G estão dispostos de forma que as barras AC, BC, CD, DE, EF, FG, AG, BF, CE, DF e EG formam triângulos equiláteros de lado 2 m, com exceção das barras horizontais.
Considerando os princípios da análise estrutural de treliças isostáticas e as condições de equilíbrio, assinale a alternativa que apresenta uma afirmação incorreta sobre a identificação de barras com esforço nulo (barras inativas) nessa treliça.
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