Considere o seguinte cenário hipotético, inspirado em controvérsia recorrente na Justiça do Trabalho:
Determinada empresa do setor de tecnologia, com sede em São Paulo, admitiu empregado para laborar em jornada de 8 horas diárias, de segunda a sexta-feira, mediante contrato escrito. No contrato, ficou estipulado que o empregado receberia, a título de 'ajuda de custo', o valor mensal de R$ 1.500,00, destinado a custear despesas com transporte, alimentação e moradia, em razão de o empregado residir em município diverso da sede da empresa. O contrato também previu que tal verba não integraria a remuneração para quaisquer efeitos legais. Após dois anos de vigência, o empregado ajuizou reclamação trabalhista pleiteando a integração da 'ajuda de custo' ao seu salário, com reflexos em férias, 13º salário, FGTS e horas extras. A empresa, em defesa, sustentou a natureza indenizatória da parcela, juntando comprovantes de despesas e demonstrando que o valor era compatível com os gastos efetivos. O juízo de primeiro grau, com base na literalidade do art. 457, § 2º, da CLT, julgou improcedente o pedido. O empregado recorreu, alegando que a verba, por ser paga com habitualidade e ter caráter contraprestativo, deveria integrar o salário.
Diante desse contexto, e considerando a legislação trabalhista vigente, a jurisprudência consolidada do Tribunal Superior do Trabalho e a doutrina sobre remuneração e salário, assinale a alternativa correta.
Selecione uma alternativa pra criar sua conta e salvar o progresso.