Durante fiscalização de rotina em uma repartição pública federal, o servidor estável Marcos, investido em cargo de provimento efetivo, determina, sem qualquer motivação e por mero capricho pessoal, a apreensão de documentos particulares que estavam sob a guarda de um cidadão que aguardava atendimento no setor. Ao ser questionado pelo cidadão, Marcos, valendo-se da condição de agente público, constrange o administrado, mediante grave ameaça de instauração de procedimento disciplinar inexistente, a assinar termo de desistência de requerimento administrativo regularmente protocolado. Paralelamente, o superior hierárquico de Marcos, ciente dos fatos, deixa de adotar qualquer providência, omitindo-se deliberadamente quanto ao dever de apurar a conduta do subordinado.
Considerando o disposto na Lei n. 13.869/2019 (Lei de Abuso de Autoridade), a Lei n. 8.112/1990 e a jurisprudência consolidada sobre agentes públicos, assinale a alternativa correta.
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