Durante um seminário interno promovido pela Escola Judicial de um Tribunal Regional do Trabalho, uma magistrada relata o seguinte caso hipotético: ao julgar uma ação trabalhista em que uma empregada doméstica alega ter sido vítima de assédio moral por parte de sua empregadora, a juíza percebe que, nos autos, há apenas a palavra da vítima e de uma testemunha, também mulher e empregada da mesma residência, enquanto a empregadora nega os fatos e apresenta duas testemunhas do círculo familiar. A magistrada, então, indaga como a Resolução CNJ n. 492/2023 deve orientar a valoração da prova e a condução do julgamento, considerando as diretrizes do protocolo para julgamento com perspectiva de gênero aprovado pelo Grupo de Trabalho constituído pela Portaria CNJ n. 27/2021.
Com base na referida Resolução e nas diretrizes do protocolo, assinale a alternativa correta.
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