Considere a seguinte situação hipotética:
Em 2023, o Ministério Público ajuizou ação de improbidade administrativa contra Helena, servidora pública efetiva do Município Alfa, e contra a empresa Beta Ltda., beneficiária direta do ato ímprobo. A conduta imputada a Helena foi a de ter permitido, dolosamente, que a empresa Beta utilizasse bem público municipal para fins privados, sem a devida contrapartida, causando prejuízo ao erário. A ação foi proposta com base na Lei nº 8.429/1992, com as alterações da Lei nº 14.230/2021. Durante a instrução processual, restou comprovado que Helena agiu com dolo específico de obter vantagem indevida para a empresa, e que a Beta Ltda. concorreu para a prática do ato, tendo ciência da ilicitude. O juiz, ao proferir a sentença, condenou Helena e a empresa Beta Ltda. a ressarcirem integralmente o dano ao erário, solidariamente, e aplicou a Helena as sanções de perda da função pública, suspensão dos direitos políticos por 8 anos e multa civil de duas vezes o valor do dano. À empresa Beta Ltda., aplicou a sanção de proibição de contratar com o Poder Público por 5 anos.
Com base na Lei nº 8.429/1992, alterada pela Lei nº 14.230/2021, assinale a alternativa correta a respeito das sanções aplicadas e da responsabilidade dos envolvidos.
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