Um psicólogo forense é convocado a avaliar um indivíduo que cometeu um homicídio sob a alegação de que, no momento do crime, estava sob influência de um 'estado crepuscular' decorrente de epilepsia do lobo temporal. Durante a perícia, o avaliador se depara com a necessidade de distinguir entre um quadro de automatismo epiléptico e uma reação psicogênica dissociativa, ambos podendo cursar com amnésia lacunar e comportamentos automáticos. Considerando os critérios da psicopatologia clássica e as contribuições da neuropsiquiatria forense, assinale a alternativa que apresenta corretamente um elemento diferencial entre esses dois quadros.
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