O Estatuto da Cidade (Lei n. 10.257/2001) instituiu o parcelamento, edificação ou utilização compulsórios como instrumento de política urbana, prevendo sanções escalonadas para o proprietário de imóvel urbano não edificado, subutilizado ou não utilizado. Considere o seguinte cenário:
João é proprietário de um terreno de 1.200 m² em área central de município com mais de 500 mil habitantes, cujo Plano Diretor define coeficiente de aproveitamento mínimo de 0,3 para a zona. O terreno está vazio há mais de uma década. Notificado pelo Município para parcelar ou edificar, João permanece inerte. O Município, então, aplica o IPTU progressivo no tempo, majorando a alíquota ao longo dos anos, até que, esgotado o prazo legal, decide desapropriar o imóvel com títulos da dívida pública.
À luz da legislação federal e da jurisprudência consolidada, assinale a alternativa que analisa corretamente a sequência de medidas adotadas pelo Município.
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