O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ao exercer o controle administrativo e financeiro do Poder Judiciário, editou ato normativo determinando que os tribunais regionais do trabalho adotem medidas de proteção a migrantes, apátridas e refugiados no acesso à Justiça do Trabalho, invocando compromissos internacionais assumidos pelo Brasil, entre eles o Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional.
Um magistrado do trabalho, ao aplicar o referido ato, depara-se com a seguinte situação hipotética: um empregador é acusado de submeter trabalhadores migrantes a condições análogas à escravidão, com remoção forçada de população e perseguição por motivos de nacionalidade. Simultaneamente, discute-se se o caso poderia configurar crime contra a humanidade nos termos do Estatuto de Roma e se haveria dever de cooperação com o Tribunal Penal Internacional (TPI).
Considerando o regime jurídico do Estatuto de Roma (Decreto n. 4.388/2002), a competência do TPI e a atuação do CNJ e do CSJT no âmbito da Justiça do Trabalho, assinale a alternativa correta.
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