Uma equipe de enfermagem do Tribunal Regional do Trabalho organizou uma ação educativa para trabalhadores de uma empresa terceirizada, com foco na prevenção de agravos ocupacionais. Durante a atividade, surgiram as seguintes situações:
- I. Um trabalhador relata que, apesar de usar o equipamento de proteção individual (EPI) fornecido, apresenta lesões de pele recorrentes nas mãos; a equipe identifica que o EPI é inadequado para o tipo de atividade e que o trabalhador nunca recebeu treinamento sobre seu uso.
- II. Outro trabalhador, com histórico de hipertensão arterial, informa que interrompeu a medicação por conta própria ao iniciar turno noturno, pois acredita que o remédio interfere no sono; a equipe verifica que ele não tem acompanhamento regular na unidade básica de saúde.
- III. A empresa não possui Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) constituída, e os trabalhadores desconhecem os riscos químicos presentes no ambiente.
Considerando os princípios da promoção da saúde e da prevenção de agravos no âmbito da saúde do trabalhador, a conduta da equipe de enfermagem que melhor articula ações de vigilância, educação e intersetorialidade é: