O Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região instaurou processo administrativo disciplinar contra a servidora Helena, ocupante de cargo efetivo, imputando-lhe a prática de ato de improbidade consistente em deixar de prestar contas de valores que recebeu em razão do exercício do cargo. Paralelamente, o Ministério Público Federal ajuizou ação civil pública por ato de improbidade administrativa com base nos mesmos fatos. No curso do processo disciplinar, antes da conclusão, Helena requereu a produção de prova pericial contábil, que lhe foi negada sob o fundamento de que a autoridade instauradora já dispunha de relatório da auditoria interna suficiente para a formação de seu convencimento. Sobre a situação descrita, à luz do regime jurídico dos poderes e deveres administrativos e da jurisprudência consolidada dos tribunais superiores, assinale a alternativa correta.
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