No Hospital Universitário de um Tribunal Regional do Trabalho, a médica Dra. Helena atende trabalhador que sofreu acidente típico e está sob contrato de trabalho intermitente. Durante o atendimento, o empregador comparece e exige acesso imediato ao prontuário, alegando necessidade de instruir processo administrativo disciplinar contra o empregado. Dra. Helena nega a entrega direta, mas o superintendente do hospital determina que ela forneça cópia integral, sob pena de advertência funcional. Simultaneamente, o paciente revela que pretende mover ação trabalhista e pergunta se o laudo médico poderá ser usado por seu advogado sem nova autorização.
Considerando o Código de Ética Médica (Resolução CFM n. 2.217/2018) e a legislação de regência, a conduta ética e juridicamente adequada de Dra. Helena é:
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