Durante fiscalização de rotina em uma repartição pública federal, o servidor estável Aldo, investido em cargo de provimento efetivo, recusa-se, sem qualquer motivação legal, a fornecer a um cidadão certidão que comprove o andamento de processo administrativo de seu interesse, alegando 'excesso de serviço'. O cidadão, então, procura a autoridade competente, que instaura sindicância. No curso do procedimento, Aldo, valendo-se da condição de servidor, constrange a testemunha Bia, por meio de grave ameaça, a não comparecer para prestar depoimento. Paralelamente, o chefe imediato de Aldo, ciente da recusa inicial, deixa de adotar as providências cabíveis para apurar a conduta, embora tivesse o dever legal de fazê-lo.
Considerando o disposto na Lei n. 13.869/2019 (Lei de Abuso de Autoridade) e a jurisprudência consolidada sobre agentes públicos, assinale a alternativa correta.
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