Um paciente de 42 anos, sexo masculino, comparece ao pronto-socorro odontológico com queixa de dor intensa e espontânea no dente 36, que piora ao deitar e não cede com analgésicos comuns. Ao exame clínico, observa-se extensa lesão cariosa em dentina, sem exposição pulpar visível, e o teste de vitalidade pulpar com frio desencadeia dor exacerbada que persiste por vários minutos após a remoção do estímulo. A percussão vertical é levemente dolorida, e a palpação da região apical não revela alterações. A radiografia periapical mostra espessamento do ligamento periodontal apical, sem imagem de rarefação óssea. Considerando os aspectos diagnósticos e terapêuticos da condição pulpar e periapical, assinale a alternativa que apresenta a conduta clínica mais adequada e sua justificativa fisiopatológica.
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