Considere a seguinte situação hipotética, à luz da Constituição Federal de 1988 e da jurisprudência do Supremo Tribunal Federal sobre nacionalidade:
Klaus, nascido na Alemanha em 1985, filho de pai alemão e mãe brasileira, veio residir no Brasil em 2000, aos 15 anos de idade, e aqui permaneceu ininterruptamente. Em 2010, aos 25 anos, optou expressamente pela nacionalidade brasileira, tendo a opção sido homologada pelo Ministro da Justiça. Em 2015, Klaus foi condenado, em sentença transitada em julgado, por crime de tráfico internacional de drogas, tendo cumprido pena até 2020. Em 2022, candidatou-se ao cargo de Deputado Federal, tendo sido eleito. Em 2023, descobriu-se que Klaus, em 2018, adquiriu voluntariamente a nacionalidade portuguesa, sem ter perdido a nacionalidade brasileira. Diante desse cenário, e considerando as normas constitucionais sobre nacionalidade e direitos políticos, é correto afirmar que:
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