Um estado da federação, ao elaborar seu projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) para o exercício de 2026, incluiu dispositivo que autorizava o Poder Executivo a remanejar, por ato próprio, dotações orçamentárias entre unidades gestoras de um mesmo órgão, até o limite de 15% do valor total da despesa fixada, desde que houvesse superávit financeiro apurado no balanço patrimonial do exercício anterior. Além disso, o projeto previa que as despesas de capital decorrentes de investimentos em infraestrutura poderiam ser executadas sem a necessidade de prévia emissão de empenho, desde que devidamente justificadas pelo ordenador de despesas.
Considerando as normas constitucionais e legais aplicáveis ao orçamento público, bem como a jurisprudência do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre a matéria, é correto afirmar que:
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