Um médico emergencista atende, no pronto-socorro de um hospital de grande porte, um paciente de 58 anos com quadro de dor torácica típica iniciada há 40 minutos, associada a sudorese e náuseas. O eletrocardiograma (ECG) de admissão evidencia supradesnivelamento do segmento ST de 2 mm em derivações V2-V4, sem critérios de reperfusão prévia. O hospital dispõe de laboratório de hemodinâmica, porém a equipe de intervenção coronária percutânea (ICP) está indisponível no momento, com previsão de chegada em 90 minutos. O serviço não possui capacidade de fibrinólise pré-hospitalar, mas dispõe de tenecteplase na farmácia. O paciente não apresenta contraindicações absolutas à terapia fibrinolítica e tem pressão arterial de 150/90 mmHg. Diante desse cenário, considerando as recomendações vigentes de manejo do infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do ST (IAMCSST) e a lógica de tempo porta-balão versus tempo porta-agulha, a conduta mais adequada é:
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