Um homem de 58 anos, com insuficiência cardíaca de fração de ejeção reduzida (FEVE de 28%), em uso otimizado de sacubitril-valsartana, carvedilol, espironolactona e dapagliflozina, permanece em classe funcional III da NYHA. Após avaliação, opta-se pelo implante de cardiodesfibrilador implantável (CDI). Seis meses depois, o paciente procura o pronto-socorro com palpitações e tonturas. O ECG mostra taquicardia ventricular monomórfica sustentada a 190 bpm, e o dispositivo dispara choques repetidos, sem sucesso na reversão do ritmo. A equipe assistencial decide pela administração de um antiarrítmico intravenoso para estabilização elétrica e controle de tempestade de choques.
Considerando os mecanismos eletrofisiológicos e as evidências clínicas sobre o manejo farmacológico nesse cenário, a droga de escolha e sua justificativa fisiopatológica correta são:
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