Leia o poema de números 19 e 20. Olhe as pessoas Olhe as pessoas como são suaves Mas não se aproxime têm garras arranham o coração Fique em seu quarto em seu corpo e apenas olhe as pessoas (Eunice Arruda. In Álvaro Alves de Faria e Carlos Felipe Moisés (orgs.). Antologia poética da Geração 60. São Paulo, Nankin Editorial, 2000, p. 96-97) Ao afirmar que as pessoas têm garras e arranham o coração, o eu lírico do poema demonstra ter o seguinte sentimento com relação às pessoas: