No âmbito da gestão clínica e da atenção à saúde no SUS, a clínica ampliada propõe que a equipe de saúde supere a abordagem exclusivamente biomédica, incorporando a escuta ativa, a construção de vínculo e a consideração dos determinantes sociais do processo saúde-doença. Nesse contexto, o projeto terapêutico singular (PTS) configura-se como um instrumento de gestão do cuidado que, embora valorize a singularidade do usuário, deve ser elaborado exclusivamente pelo médico responsável pelo caso, a fim de preservar a autoridade técnica e a segurança das decisões clínicas, cabendo aos demais profissionais da equipe apenas a execução das condutas prescritas.
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