Interpretação de TextoCebraspeProva: PREFEITURA-DE-BARRA-DOS-COQUEIROS-SE 2020 · pedreiro
Feijão1 Quem paga o salário da poeta? A palavra? De mãos atadas não4 Custeia Conta Luz7 Água Aluguel da casa A comida da menina.10 Poesia não pode ser vendida. Palavra escrita não sentida Não faz sentido nenhum,13 Nem aqui nem em lugar algum. Quem teima em vender poesia Corre risco de sete anos de azar,16 Paralisia nos dedos da língua Da mente seca de inspiração Palavra não vai mais brotar19 Na terra da sensibilidade Insensível a olhos cegos. Vai comer de quê?22 Morar o quê? De palavra? Vou viver poesia!Meimei Bastos. Um verso e Mei. Rio de Janeiro: Malê Edições, 2017, p. 18.O poema apresentado revela o desejo de continuar a escrever mesmo que o retorno financeiro do trabalho da escrita não seja satisfatório. Essa revelação encontra-se principalmente no verso
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