Durante um treinamento no laboratório de análises clínicas de um hospital público, um técnico recebeu a orientação de que, para a coleta de sangue venoso destinada à dosagem de glicose em jejum, o uso de tubo contendo fluoreto de sódio como conservante é preferível ao tubo sem aditivo, pois o fluoreto inibe a enzima enolase e, assim, previne a glicólise da amostra. No entanto, o instrutor ressaltou que esse mesmo tubo com fluoreto não é adequado para a determinação de ureia, uma vez que o fluoreto pode interferir negativamente em métodos enzimáticos que utilizam urease. Considerando essas informações, é correto afirmar que a escolha do tubo com fluoreto para glicose e a sua não indicação para ureia refletem, respectivamente, uma ação de conservação da amostra e uma limitação analítica decorrente da incompatibilidade do aditivo com o método.
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