No processo de avaliação em terapia ocupacional, a Medida de Independência Funcional (MIF) e a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) possuem finalidades e estruturas distintas. Enquanto a MIF quantifica o grau de dependência do indivíduo para a realização de atividades de vida diária por meio de escores que variam de 1 a 7, a CIF adota uma abordagem qualitativa e descritiva, classificando a funcionalidade e a incapacidade a partir de domínios como funções e estruturas do corpo, atividades e participação, sem atribuir pontuação numérica de desempenho. Nesse contexto, é correto afirmar que a utilização conjunta desses instrumentos permite ao terapeuta ocupacional obter tanto uma medida quantitativa da independência funcional quanto uma compreensão abrangente dos fatores contextuais e ambientais que influenciam o desempenho ocupacional do indivíduo.
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