No contexto da atuação do terapeuta ocupacional em práticas sociais junto a grupos em situação de vulnerabilidade, o chamado 'protagonismo do sujeito' pressupõe que o profissional reconheça e valorize os saberes e as estratégias cotidianas já desenvolvidas pelas próprias pessoas atendidas, de modo que a intervenção não se sobreponha a essas capacidades, mas as potencialize. Nesse sentido, a prática social em terapia ocupacional caracteriza-se pela construção compartilhada de ações, em que o terapeuta atua como facilitador de processos de emancipação, e não como detentor exclusivo do saber técnico que define unilateralmente os objetivos a serem alcançados.
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