No contexto da atuação da Terapia Ocupacional em ambiente hospitalar, a implementação de recursos de Comunicação Complementar ou Alternativa (CCA) e de órteses/adaptações deve ser precedida de avaliação funcional individualizada, considerando-se não apenas as limitações sensório-motoras e cognitivas do paciente, mas também fatores ambientais e ocupacionais. Nesse processo, a prescrição de uma prancha de comunicação com símbolos pictográficos para um paciente com esclerose lateral amiotrófica em fase avançada, internado em unidade de terapia intensiva, dispensa a participação da equipe multiprofissional e da família, uma vez que a decisão técnica cabe exclusivamente ao terapeuta ocupacional, responsável por definir o recurso mais adequado ao quadro clínico.
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