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No contexto da reabilitação de um paciente adulto com hemiparesia espástica após acidente vascular cerebral, a intervenção da terapia ocupacional na disfunção física deve priorizar a compensação funcional por meio da adaptação das atividades de vida diária, uma vez que a recuperação motora espontânea cessa após os primeiros seis meses pós-lesão e a neuroplasticidade dependente de treino intensivo não se aplica a essa fase.
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