No contexto da atuação da Terapia Ocupacional em ambiente hospitalar, a implementação de recursos de Comunicação Complementar ou Alternativa (CCA) e de órteses/adaptações deve ser precedida de avaliação criteriosa que considere não apenas as demandas funcionais do paciente, mas também fatores contextuais, cognitivos e ambientais. Nesse sentido, é correto afirmar que a prescrição de uma prancha de comunicação com símbolos pictográficos para um paciente adulto com afasia expressiva grave, internado em unidade de terapia intensiva, dispensa a avaliação prévia de habilidades cognitivas como atenção sustentada e memória de trabalho, uma vez que o recurso é de baixa tecnologia e pode ser introduzido imediatamente após o diagnóstico fonoaudiológico, cabendo ao terapeuta ocupacional apenas a confecção do material e o treino de uso com a equipe.
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