Um laboratório de saúde pública, ao analisar amostras de água para consumo humano provenientes de um sistema de abastecimento, utilizou a técnica de membrana filtrante para pesquisa de coliformes totais e Escherichia coli. Os resultados evidenciaram contagem de coliformes totais acima do limite estabelecido e ausência de E. coli. Nesse cenário, segundo os parâmetros legais vigentes para potabilidade da água, a presença exclusiva de coliformes totais, sem detecção de E. coli, é suficiente para classificar a amostra como imprópria para consumo humano, pois a legislação exige ausência de coliformes totais em 100 mL de amostra em qualquer situação.
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