No setor de microbiologia de um laboratório de saúde pública, um técnico realizou a esterilização de um lote de meios de cultura em autoclave de vapor saturado sob pressão, utilizando o ciclo de 121 °C por 15 minutos. Ao final, observou que os frascos contendo volumes superiores a 1 litro não foram eficazmente esterilizados, embora o indicador químico externo tenha mudado de cor. Considerando os princípios físicos e microbiológicos que regem o funcionamento das autoclaves, é correto afirmar que o tempo de exposição ao vapor saturado deve ser contado a partir do momento em que a câmara atinge a temperatura e a pressão de trabalho, e que volumes maiores exigem tempos de esterilização proporcionalmente maiores, pois a penetração do calor no líquido é mais lenta, de modo que a simples alteração de cor de indicadores externos não garante a esterilidade do material.
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