Um estudo de caso em uma área industrial identificou que o cádmio, ao ser absorvido por organismos aquáticos, pode sofrer biomagnificação ao longo da cadeia alimentar, de modo que a concentração do metal nos tecidos de predadores de topo tende a ser maior do que a observada nos produtores primários. No entanto, a toxicocinética do cádmio em humanos mostra que sua absorção gastrointestinal é fortemente influenciada por fatores dietéticos e nutricionais, como a deficiência de ferro, que pode aumentar significativamente a taxa de absorção do metal. Considerando essas informações, é correto afirmar que a biomagnificação do cádmio em ecossistemas aquáticos e o aumento da absorção gastrointestinal desse metal em indivíduos com deficiência de ferro são fenômenos independentes, pois a biomagnificação refere-se exclusivamente à transferência trófica do metal, enquanto a absorção humana depende apenas de sua forma química no ambiente.
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