Um paciente de 28 anos, portador de paralisia cerebral do tipo espástica, apresenta limitações motoras significativas e não coopera com procedimentos odontológicos convencionais. Durante a consulta, o cirurgião-dentista opta pelo uso de contenção física passiva como método de imobilização para a realização de exodontia simples. Considerando as diretrizes da Odontologia Hospitalar e do atendimento a pacientes com necessidades especiais, julgue o item a seguir.
A contenção física passiva é um recurso terapêutico indicado como primeira escolha para o manejo comportamental desse paciente, desde que autorizada pelo responsável legal e realizada por profissional habilitado, dispensando a necessidade de avaliação prévia por equipe multiprofissional.
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