Um paciente de 45 anos, com histórico de diabetes mellitus tipo 2 mal controlada, apresenta-se com dor espontânea, pulsátil e intensa no dente 36, que piora ao deitar. Ao exame clínico, observa-se lesão cariosa profunda sem exposição pulpar visível, e o teste de sensibilidade pulpar ao frio desencadeia dor intensa que persiste por vários minutos após a remoção do estímulo. A radiografia periapical não revela alterações no espaço periodontal apical. Com base nesse quadro, é correto afirmar que o diagnóstico mais provável é de pulpite irreversível sintomática, condição em que a remoção completa do tecido pulpar inflamado, seguida de obturação dos canais radiculares, é o tratamento indicado, independentemente do controle glicêmico do paciente.
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