Durante a avaliação de um paciente com transtorno do espectro autista, o terapeuta ocupacional aplica o Perfil Sensorial 2 (Sensory Profile 2) e identifica um padrão de busca sensorial aumentada para estímulos proprioceptivos e vestibulares. Com base nesse resultado, ele elabora um plano de intervenção que inclui atividades de circuito motor com obstáculos, nas quais o paciente deve saltar, empurrar e puxar objetos pesados, além de usar colete de peso durante tarefas de mesa. Considerando os princípios da abordagem de Integração Sensorial de Ayres, é correto afirmar que a utilização de tais recursos é adequada, pois a provisão de estímulos proprioceptivos intensos e a organização de desafios motores graduados favorecem a modulação sensorial e a autorregulação, desde que respeitados os limites de tolerância do paciente e a participação ativa nas atividades.
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