No contexto da reabilitação psicossocial de um usuário com transtorno mental grave, a equipe de um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) discute a relação entre disfunções sensoriais e o desempenho ocupacional. Durante a reunião, um terapeuta ocupacional afirma que, embora a neuroanatomia do processamento sensorial tenha base em estruturas como o tálamo e o córtex somatossensorial primário, a identificação de disfunções sensoriais na saúde mental deve considerar que o limiar neurológico individual é fixo e não sofre influência do estado emocional ou do contexto ambiental, pois tais fatores atuam apenas na esfera psicológica, sem repercussão na modulação sensorial.
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