No contexto da reabilitação psicossocial de um usuário com esquizofrenia em um Centro de Atenção Psicossocial, a equipe de Terapia Ocupacional identifica, por meio da avaliação das funções executivas, prejuízos na flexibilidade cognitiva e na memória de trabalho. Considerando a neuropsicologia aplicada e os princípios da reabilitação psicossocial, é correto afirmar que a intervenção terapêutica ocupacional deve priorizar exclusivamente a adaptação do ambiente e a compensação das disfunções cognitivas, evitando-se a exposição do usuário a atividades que possam gerar frustração e estresse, uma vez que a restauração das funções executivas comprometidas é inviável nesse quadro clínico.
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